Agentes do Serviço Secreto dos EUA na área próxima a onde ocorreu o tiroteio em Washington no sábado (23)
Alex Brandon/AP Photo
Uma das duas pessoas baleadas em um tiroteio nos arredores da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, neste sábado (24), está em estado grave, mas estável e sem risco de morte, segundo o Serviço Secreto dos EUA.
A vítima, não identificada, sofreu um ferimento de arma de fogo. O local do ferimento também não foi divulgado.
O outro ferido foi o próprio suspeito de iniciar o tiroteio. O Departamento de Polícia Metropolitana do Distrito de Columbia identificou o atirador como Nasire Best, de 21 anos, natural de Dundalk, Maryland. Ele morreu no hospital.
Segundo as autoridades, Best começou a atirar em direção a um posto de segurança da Casa Branca quando os agentes do Serviço Secreto revidaram. Ainda não se sabe quais foram as motivações do ataque.
O presidente Donald Trump estava na Casa Branca no momento do tiroteio.
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Este foi o terceiro confronto nas proximidades do presidente no último mês, após um homem invadir o Jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca em abril armado com armas de fogo e facas.
No início deste mês, agentes do Serviço Secreto também atiraram em um homem que disparou contra eles, perto do Monumento a Washington.
Em uma postagem na Truth Social, Trump disse que o suspeito do tiroteio de sábado tinha uma “possível obsessão com a estrutura mais valorizada do nosso país”.
Segundo ele, o ataque “mostra o quanto é importante ter o que será o espaço mais seguro e protegido já construído em Washington”. Trump já pediu ao Congresso US$ 1 bilhão para reforços de segurança no complexo, incluindo o salão.
Registros judiciais do Distrito de Columbia mostram que Best já havia tido um encontro anterior com a polícia na região. Em julho passado, ele foi preso ao tentar entrar na área da Casa Branca por outro posto de controle: ignorou ordens para parar, afirmou ser Jesus Cristo e disse querer ser preso.
Uma mulher que se identificou como mãe de Best disse ao “Washington Post” que soube do ocorrido pelas redes sociais e que estava em choque. Segundo ela, o filho “nunca foi violento, independentemente do que as pessoas estejam postando”.
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